Partindo de três eixos - ser interior, sensorialidade e experiência de imaterialidade -, o autor propõe reflexões sobre a psicanálise no século XXI. A obra sugere que uma nova consciência está em desenvolvimento, exigindo da clínica abertura para experiências que ultrapassem os limites da mente sensorializada. Destinado a psicanalistas e psicólogos, o texto também dialoga com as mudanças culturais e científicas do mundo contemporâneo.