O escritor J. B. de Souza Freitas [...] resgata com muito humor o tempo em que se vendiam revistas de "mulher pelada", com histórias de sacanagem supostamente escritas por bons literatos do mercado, em trabalho extra sob pseudônimo, para não se comprometerem. Os juízes de menores obrigavam que as revistas fossem envelopadas em invólucros de plástico leitoso, como se a arte tivesse que ser vestida. Em tempos de inteligência artificial, o autor lança no mercado livreiro, não uma obra de mulher pelada, mas uma obra literária usando crônicas ao estilo da época, com fino humor. Genial. Quando se começa a ler, não dá vontade de parar.